O sino da porta do cafeteria tocou quando Serena entrou com Maeve logo atrás.
As duas pediram café e se sentaram perto da janela, de onde dava para ver o movimento da rua.
O lugar estava cheio para aquela hora da manhã conversas baixas, xícaras batendo nos pires, o cheiro forte de café queimado no ar. Serena levou a xícara à boca quase por reflexo.
Arrependeu-se no primeiro gole.
— Isso aqui é horrível.
Serena nem precisou baixar a xícara para concordar.
— Totalmente.
Serena riu, discreta, o