POV: CAIO
O silêncio que se seguiu à partida de Gustavo e Helena era mais ensurdecedor do que qualquer grito. Eu estava parado no meio da sala de jantar, cercado por restos de comida cara e taças de cristal manchadas de vinho, sentindo-me como um sobrevivente num campo de batalha onde eu era o único que ainda não sabia que tinha morrido.
— Caio? — A voz de Marina veio da cozinha, carregada de uma exaustão que me fez querer desaparecer.
— Vou só terminar este copo, Marina — respondi, m