O Avatar estava parado ao lado de Rhanzur como um vulto etéreo, o rosto coberto por um véu de trevas líquidas que ondulava sem vento. Nenhum som saía dele, apenas o ruído sutil do ar sendo sugado para perto de seu corpo, como se a própria luz do salão estivesse sendo drenada. As sombras nas paredes não se inclinavam; elas se esticavam em direção a ele, famintas.
Aquela presença não era de um ser vivo; era algo que o próprio mundo parecia rejeitar.
Darius manteve a espada firme, mas o ar em seus