Naquela manhã, Hina realmente não pretendia nos deixar escapar.
Ela estava sentada diante de mim e de Rintaro, com o caderno aberto sobre a mesa e uma expressão de pura determinação. Depois de duas noites ouvindo nossa história, ela tinha descoberto uma coisa que parecia muito mais importante do que o cristal, as viagens ou até mesmo o casamento.
Ela queria saber quem tinha se apaixonado primeiro.
Rintaro estava ao meu lado, segurando a xícara de chá, mas eu conseguia perceber pelo jeito como e