Naquela noite, depois que todos foram embora, a casa ficou silenciosa.
Rintaro estava sentado na varanda, olhando para o céu. Eu estava ao lado dele, com uma xícara de chá entre as mãos, aproveitando aquele raro momento em que ninguém gritava "EU APOIO!" do outro lado da vila.
Por alguns minutos, ficamos em silêncio.
Até ouvirmos passos.
Hina apareceu no corredor com o caderno debaixo do braço.
"Vocês estão acordados?"
Olhei para ela.
"Estamos."
Ela se aproximou e sentou no chão, diante de nós.