Durante muitos anos, achei que proteger alguém significava estar sempre por perto.
Era impedir quedas.
Evitar perigos.
Resolver problemas antes que eles chegassem.
Quando Hina era pequena, fazia sentido.
Ela precisava de alguém segurando sua mão.
Precisava de alguém mostrando o caminho.
Mas, conforme o tempo passou, percebi que algumas formas de proteção mudavam.
Às vezes, proteger não era impedir que alguém caminhasse sozinho.
Era confiar que aquela pessoa sabia caminhar.
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