Depois daquele dia, percebi uma coisa.
A paz tinha um som próprio.
Durante muito tempo, eu conheci apenas os sons das batalhas.
Espadas.
Passos apressados.
Pessoas gritando avisos.
O silêncio antes de um perigo aparecer.
Agora era diferente.
O som da paz era muito mais simples.
Era uma porta abrindo pela manhã.
Crianças correndo pela praça.
Pessoas conversando sem preocupação.
E, principalmente...
O choro de dois bebês que pareciam ter decidido que o vale inteiro precisava saber quando estavam