A primeira coisa que ouvi naquela manhã não foi o canto dos pássaros.
Foi uma risada.
Abri os olhos lentamente, ainda sonolenta, tentando entender de onde vinha aquele som. Demorei alguns segundos para perceber que era minha própria risada, presa em algum sonho que desapareceu no instante em que despertei. Fiquei encarando o teto de madeira da cabana e sorri sozinha.
Aquilo era novo.
Durante muito tempo, eu acordava assustada.
Às vezes depois de sonhar com batalhas.
Outras vezes imaginando que