Quando acordei naquela manhã, a primeira coisa que fiz foi olhar para minha mão.
O anel ainda estava ali.
Pequeno.
Simples.
Brilhando discretamente sob a luz suave que atravessava as folhas das árvores.
Sorri antes mesmo de perceber.
Ainda parecia impossível acreditar que aquilo tinha realmente acontecido.
Durante tantos anos eu imaginei inúmeros futuros.
Alguns felizes.
Outros assustadores.
Muitos terminavam antes mesmo que eu pudesse imaginá-los completamente, porque alguma batalha sempre sur