O quarto do pequeno posto de saúde estava silencioso.
A luz fraca da manhã entrava pela janela, iluminando o rosto de Coroa enquanto ele permanecia deitado na maca improvisada. As faixas ainda apertavam o peito dele, lembrando a todos ali que a bala quase tinha custado sua vida.
Alice estava sentada ao lado.
Desde que ele tinha acordado, ela praticamente não saiu dali.
Segurava a mão dele, observava cada respiração, cada movimento.
Como se tivesse medo de que, se desviasse o olhar por um segund