Alice acordou devagar, sentindo o calor do corpo de Coroa atrás dela. Os braços dele estavam firmes ao redor de sua cintura, como se mesmo dormindo ele não quisesse deixá-la escapar.
Ela respirou fundo, sentindo o rosto dele enterrado em seu pescoço.
Ele suspirou ali, quente, e ela sorriu.
— Meu Deus, Coroa… eu estou quebrada — murmurou, ainda com a voz rouca de sono. — Você quer me deixar sem andar e sem sentar, né?
Ele soltou uma risada baixa, preguiçosa.
— Ah, Alice… se você soubesse tudo qu