Gael adormeceu por poucos minutos.
Não foi um sono profundo. Era mais cansaço vencendo a resistência do corpo do que descanso real. Ainda assim, Alina ficou imóvel ao lado dele, como se qualquer movimento pudesse arrancar aquele pequeno intervalo de paz.
A cabeça dele estava apoiada em seu ombro. A mão continuava presa à dela, mesmo dormindo, como se uma parte dele ainda temesse acordar e não encontrá-la ali.
Aquilo apertou o peito dela de uma forma quase dolorosa.
Alina olhou para o rosto dele