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-- É um bombardeio! – Sayuri gritou. Aviões despejavam mísseis sobre os prédios do centro da cidade, que explodiam amarelo vivo antes de se desfazer como castelos de areia.

Mikoto tirou o pijama e vestiu o quimono mais rápido que já se trocara na vida. Takako e Sayuri nem se deram ao trabalho de mudar de roupa, simplesmente saíram do quarto, e toda a equipe de segurança já se encontrava no corredor.

-- Vamos sair daqui. Fiquem todos juntos! – Kurono gritou por cima das explosões.

Aquele bairro aparentemente ainda não fora alvejado, mas dava para ver o brilho do fogo ao longe, e os estrondos que não paravam podiam ser ouvidos a quilômetros de distância, e o chão tremia como um terremoto.

-- Por aqui! – Yukio apontava para uma rua para onde várias pessoas corriam.

Kurono não parava de gritar para que ninguém se

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