Alex Leonel
— Alessandrinho! — Ouço uma voz irritante me chamar à distância. Novamente, a voz repete: — Alessandrinho, hora de acordar!
Vou acordando aos poucos, com a cabeça explodindo de dor. Sinto um cheiro e gosto metálico de sangue. Solto um gemido de dor e tento me mover, mas não consigo.
Onde estou? O que está acontecendo? Tudo está um pouco confuso.
— Olha aí nosso ator principal acordando. — O homem debocha.
Abro os olhos lentamente e me deparo com David Soyer agachado, me encarand