— Diga-me, senhorita — continuou ele, a voz mais grave — a senhorita acredita que não sou um homem com sangue nas veias… e que tenha um coração capaz de pulsar por uma mulher?
O ar lhe faltou por um instante. O rubor era visível, tentou falar, mas sua boa gesticulava sem sair som algum por um momento, confusa. Precisava se afastar… sentia que precisava ficar longe daquele homem que a perturbava de forma estranha e perigosa.
— Senhor… por favor… — murmurou, dando um passo atrás, como se precisas