A manhã chegou serena ao solar.
A luz do sol atravessava timidamente a fresta das cortinas claras, espalhando um brilho suave pelo quarto. O silêncio era profundo, acolhedor, como se a própria casa respeitasse a tranquilidade daquele novo começo.
Maria Clara abriu os olhos devagar. Por um instante ficou apenas sentindo o calor dos lençóis e a paz que a envolvia.
Então virou levemente o rosto e encontrou os olhos escuros de Álvaro já abertos, observando-a com um sorriso tranquilo.
— Bom dia, meu