O som insistente da campainha ecoou pela casa dos Oliveiras, quebrando o silêncio carregado que ainda pairava no ambiente.
Joana foi atender. Ao abrir a porta, seu semblante era de tristeza, mas também de indignação contida.
— Marcelo… o que faz aqui? — perguntou, sem esconder a frieza.
— Dona Joana, a Sílvia está? — a voz dele carregava urgência. — Por favor, eu preciso falar com ela.
Joana respirou fundo, firme.
— Está, sim. Mas acho que vocês não têm mais nada para conversar. Faça o favor de