O carro preto parou suavemente diante da casa dos Oliveira. A noite estava agradável, e a luz amarelada da varanda iluminava o portão da residência.
Assim que o motorista estacionou, Álvaro Alencastro saiu primeiro e contornou o carro com natural elegância. Abriu a porta e estendeu a mão para Maria Clara.
— Chegamos, meu amor — disse ele com um sorriso suave.
Maria Clara segurou sua mão e desceu do carro. Assim que atravessaram o portão, a porta da casa se abriu abruptamente.
— Papai!
— Tia Cla