Na mesa de Álvaro e Maria Clara, o clima era de ternura e cumplicidade. Os dois não enxergavam nada nem ninguém além de um ao outro.
Enquanto o garçom servia o vinho, Álvaro observava com seus olhos de homem apaixonado cada gesto, cada olhar de Maria Clara.
Ela era linda demais e delicada como uma flor que desabrocha.
Serena na aparência, mas ele conhecia o suficiente daqueles olhos para perceber: por trás da calma, algo havia sido tocado.
— Foi por causa da Suzana? — perguntou ele assim que o