ROSÁLIA DUARTE
Celso atacou minha boca. Não houve preliminares suaves. O beijo foi urgente, molhado, uma invasão de línguas e dentes. Ele beijava como se quisesse me devorar, e eu respondia na mesma moeda, a frustração da semana inteira explodiu naquele contato.
Ele se afastou apenas para arrancar a própria camiseta, jogando-a longe. Depois, as mãos dele foram para o meu suéter.
— Tira — ele ordenou. — Quero ver você.
Sentei-me e deixei que ele puxasse o suéter pela minha cabeça. Depois