* Lívia
A música ainda tocava quando Marcos se afastou um pouco, a mão escorregando da minha cintura com relutância.
— Vou no banheiro. Já volto. Não aceita nenhum copo de estranho.
— Pode ir, senhor superprotetor — respondi, ainda sorrindo, o corpo ainda quente do quase-beijo.
Ele me lançou um último olhar antes de desaparecer no corredor. Fiquei sozinha no meio da sala por menos de um minuto. Foi o bastante.
Um cara que eu nunca tinha visto se aproximou. Alto, cabelo claro, sorriso fácil