*Lívia
Eu não bebia há meses. O primeiro copo desceu fácil. O segundo também. No terceiro, a Suelen já estava com o braço em volta dos meus ombros e a Rosa empurrava mais um na minha mão.
— Hoje você não vai ficar só no “um pouquinho” — decretou a Suelen. — Hoje a analista júnior vai beber como gente.
Olhei pra Marcos, que estava encostado na parede da sala com um copo de cerveja quase intacto na mão. Ele ergueu a sobrancelha, perguntando sem falar.
— Pode — eu disse, já um pouco mais solta