Ter os lábios de Adrian sobre os meus fez com que eu me sentisse exatamente no meu lugar de pertencimento. Eu correspondia com volúpia, sentindo quando ele me prendia cada vez mais em seus braços. A necessidade dos nossos desejos nos guiava naquele beijo.
Quando o ar faltou, Adrian se afastou apenas o suficiente para me segurar pela cintura e me colocar sentada sobre a mesa, fazendo com que pratos, talheres e taças fossem ao chão.
Seus olhos encontraram os meus por breves instantes, antes de ele voltar a me beijar. Desesperado, tomava posse dos meus lábios. E eu queria mais, eu queria tê-lo sobre mim, ansiava por ele. Quando seus lábios desceram até meu pescoço, foi a minha perdição. Puxei-o, grudando nossos corpos e causando atrito entre nossas intimidades.
Suas mãos desceram até meu quadril, mantendo-me fixa no mesmo lugar enquanto ele fazia um movimento torturante de vai e vem.
Eu só conseguia gemer, pois estava prestes a entrar em colapso. Joguei-me para trás, permitindo que e