Mundo de ficçãoIniciar sessãoViolet arregala os olhos como se tivesse visto um espírito retornando do submundo. E talvez tenha. Vanessa parece uma assombração de si mesma, uma pintura viva de tudo o que não devia ter acontecido.
“Meu Deus! Ela está bem?” Violet se aproxima com pressa, os olhos arregalados, e a voz carregada de pânico.
“Só vim pegar a chave do carro, vou leva-la para casa. A gente se fala amanhã,” respondo com pressa e pegando as chaves da bancada com a mão livre, enquanto a outra permanece firmemente ao redor da cintura da Vanessa.
Ela ainda não diz uma palavra, apenas soluça baixinho, como se o choro tivesse sido tatuado em sua alma.
Assim que vou em direção ao carro e tento colocar Vanessa no banco de trás, ela não me solta. Ela se agarra a mim com tanta força que me pergunto se s







