Mundo ficciónIniciar sesiónO CARRO DE VOLTA
O asfalto da Rua da República tava escuro, molhado por aquela garoa fina e nojenta de São Paulo que gruda na pele e não seca nunca. Desci os degraus de pedra do prédio comercial em silêncio absoluto. O vento cortou meu rosto assim que pisei na calçada, mas eu mal senti o frio. A adrenalina ainda corria bruta nas minhas veias, latejando no compasso exato da dor aguda que irradiava do meu braço direito. O SUV blindado da Blackwood tava parado em fi






