O silêncio caiu entre as duas. Um silêncio denso, cheio de sentimentos que não cabiam em palavras. Celina levou a mão ao rosto, limpando uma lágrima solitária, sentindo o coração doer com a intensidade de tudo que estava ouvindo. E, ainda assim, admirava profundamente a força da mulher sentada à sua frente. Emma não era apenas sua mãe. Era uma guerreira. E agora, mais do que nunca, uma heroína em sua história.
Emma então baixou o olhar, e lágrimas rolaram por seu rosto cansado, mas forte.
— Com