Um nó apertado se formou na garganta de Lua. Ela fitou Pietro, seus olhos refletindo uma sinceridade que quase a fez duvidar de si mesma. Para Lua a o amor dele era como um farol em meio à sua confusão mental. Mas, no fundo, ela sabia. Sabia que não podia corresponder àquela intensidade. Seu coração ainda estava cativo, preso a Rodrigo, e essa realidade a consumia com uma tristeza que parecia não ter fim.
— Pietro, eu... — a voz de Lua falhou, as palavras se perdendo em um mar de emoções confli