— Agora? — Espantei-me.
— Se possível.
— Tudo bem, então.
— Vem comigo.
Sem hesitar, Brent segurou a minha mão e me guiou até o andar de cima. Não posso negar que fiquei nervosa com o contato. As nossas palmas grudadas e os seus longos dedos envolvendo a minha mão eram muito mais do que eu podia suportar.
— Acho que você vem poucas vezes para cá, estou correto?
Ele perguntou assim que chegamos na ampla varanda com vista para o jardim, o gramado da propriedade, o heliponto e a quadra de tênis.
—