Lizandra
Meu primeiro dia mal tinha começado e eu já não suportava mais ter que lidar com a Viviane. Mas nada me preparou para o que aconteceu quando saí apressada do quarto da Lia. Além de me chocar contra algo grande e firme, senti duas mãos quentes e fortes se fechando na minha cintura. O choque não tinha sido contra a parede, nem contra um móvel, eu tinha trombado no Fernando. E antes que eu pudesse cair, ele me segurou com tanta firmeza que meu corpo inteiro pareceu despertar.
O perfume masculino caro, discreto, inconfundível, subiu direto pela minha pele, me deixando zonza. Senti o calor dele, o corpo forte, e minhas bochechas começaram a queimar como se alguém tivesse acendido uma chama por dentro. Eu tinha plena consciência de que estava nos braços dele, e isso só tornou tudo ainda mais embaraçoso.
Meus seios roçaram o peitoral dele quando tentei me afastar, mas era impossível não sentir a rigidez do tecido moldado ao peito musculoso. Um arrepio percorreu minha espinha, e eu re