Julian Thorne
Minhas mãos, que já assinaram tratados comerciais que moveram nações e controlaram impérios bilionários sem um único tremor, agora oscilavam violentamente enquanto eu segurava o pequeno aparelho de metal e vidro. O frio do campo parecia ter penetrado meus ossos, mas o calor que emanava daquela tela era o que me desestabilizava.
Eu olhei para a imagem. O tempo parou. O som do vento nas árvores, o murmúrio dos convidados, até a respiração pesada de Elijah ao meu lado... tudo des