Eu a segui.
Como se eu fosse um psicopata.
Esperei dentro do carro até que ela se despedisse dos colegas, observei quando ela jogou o buquê no banco de trás do carro e sentou diante do volante. Assisti enquanto ela respirava fundo, frustrada com alguma coisa. Observei quando ela deu um grito dentro do carro.
Como se fosse a única forma de aliviar o que sentia.
E eu não tinha ideia de como me sentir diante disso. Eu queria ir até ela, abraçá-la e dizer que tudo ficaria bem. Mas, eu nem sabia