Isa
- Boa noite, Isa. - O zelador me saudou, enquanto eu esperava o elavador. - Lindas flores.
- Boa noite, Bertolino. - Olhei para as rosas, que agora estavam murchas como eu. - Obrigada!
Os meus movimentos eram mecânicos, quase automáticos e eu nem entendia mais como que a Isabella que saiu naquela manhã tinha morrido ao longo do dia e se tornado essa aqui.
Eu lembro de mentalizar que seria um dia fantástico.
Joguei o buquê no lixo, com cartão e tudo, assim que passei pela porta. Eu ligaria