Amy acordou na cama de Marcus, sentindo o toque suave dos lençóis de cetim contra a pele, mas algo estava errado. A cama estava gelada, vazia. Ela se espreguiçou, olhando ao redor, percebendo a ausência de Marcus. A luz suave da manhã iluminava o quarto, revelando que ainda era cedo, por volta das 7 horas. Ela olhou para a escrivaninha ao lado da cama e viu um bilhete simples e direto, a caligrafia dele firme e quase impessoal.
"Tive que sair cedo. Marcus."
Amy suspirou, irritada. Não era a pri