Quando coloco a última mala no porta-malas, minhas mãos estão trêmulas.
Cada zíper fechado soa como um ponto final que eu não queria escrever, mas que já não posso apagar.
— Molly, por favor… — a voz de Thomas vem atrás de mim, quebrada, desesperada.
Eu não me viro.
Se eu olhar para ele, eu sei que vacilo. Sei que minhas pernas vão fraquejar. Sei que vou lembrar de cada toque, cada promessa sussurrada na madrugada, cada plano que fizemos como se o futuro fosse algo sólido.
— Eu não qu