Segunda feira. O despertador do meu celular anuncia que já são dez para às seis da manhã. Desligo rapidamente, mas mesmo assim Oliver se mexe na cama. Minha cabeça está explodindo. Dou mais um cochilo esperando que daqui vinte minutos quando for me levantar mesmo, a dor tenha diminuído.
Logicamente, isso não acontece.
Levanto devagar e tento alongar meus ombros e minhas costas, mas isso só piora a dor. Vou para o chuveiro, talvez lá eu tenha algum alívio. Quando saio, sinto o cheiro de café