Ele ligou o carro e me levou pra casa. No caminho fiquei em silêncio. De vez em quando ele me espiava pra ver se eu ainda estava chorando. Às vezes acariciava meu rosto ou passava a mão na minha perna quando parava no sinaleiro.
- Chegamos. Cadê seu controle roxinho?
- Tá comigo. - Eu apertei. Tava na minha mão. Ele entrou e estacionou na minha vaga. – Como você vai para o trabalho? Eu até emprestaria meu carro, se você tiver como me levar para trabalhar a noite.
- Não precisa. Marquei com o