18. A Dama de Tênis e o Palácio de Vidro
No dia seguinte, lá estava eu, em um ônibus cheio de gente indo para a temida sede da Speredo. A ideia de ir até aquele prédio enorme, onde Alexander praticamente reinava como um imperador corporativo, fazia minha pele arrepiar, mas não exatamente de empolgação. Era um misto de pavor e resignação, uma combinação que me acompanhou a cada troca de ônibus e fila exasperante.
Depois de um longo tempo como passageira em três veículos diferentes e lotados, consegui descer no ponto de ônibus que ficav