16. O Peso de Ser Invisível
No passado, quando o deixei, eu estava tão cega de raiva que mal conseguia pensar direito. Meu coração parecia um campo de batalha, e a dor era crua, gritante. Mas agora, três anos depois, tudo o que resta são cicatrizes — elas não doem, mas também nunca somem. Conversar com Alexander hoje é quase como falar com um estranho. A mágoa perdeu o impacto, coberta pela neblina do esquecimento, então consigo falar sobre divórcio sem me debulhar em lágrimas ou berrar.
Do outro lado da linha, o silêncio