Ela balançou a cabeça, irritada, levantando os olhos pela primeira vez.
— Você não tá entendendo.
O olhar dela agora estava diferente. Não era só medo — era necessidade.
— Eu preciso saber — ela disse, mais firme. — Eu quero saber exatamente o que ele pode fazer… o que ele acha que pode fazer comigo.
Alex travou o maxilar.
Deu dois passos pelo quarto. Passou a mão pelo cabelo. Pensou.
Ela não desviou o olhar.
— Me fala — ela insistiu, mais baixo, mas mais intenso. — Por favor.
O “por favor” que