— Eu quero, Leo. Me faça sua mulher. — Mabel murmurou baixinho.
Ouvi-la pedir para que eu a fizesse sua mulher com uma voz quase tímida e inocente seria minha ruína. Todo o meu autocontrole evaporou ao ouvir aquilo.
Um alerta me dizia para mandá-la para o seu quarto e continuar longe, mas eu ainda era um homem. Queria fodê-la com tanta vontade que nós dois iriamos seríamos apenas peles e gemidos.
— Caralho, repete. — Ordenei, observando seus lábios carnudos, imaginando-a engolindo meu pau por inteiro.
— Me faça sua mulher. — Repetiu, com um gemido preso na garganta.
Mabel arqueou suas costas, deixando seus mamilos duros de excitação em direção ao meu rosto. Imediatamente, tomei-o em meus lábios, brincando com o bico duro de excitação com minha língua.
Mabel começou a se esfregar em mim toda, se oferecendo. Entretanto, quando meu pau roçou em sua entrada, ela parou completamente. Em seguida, seu olhar desceu, ela viu o quanto eu estava duro por ela e arregalou os olhos, quase temerosa.