Mundo de ficçãoIniciar sessãoArthur Montenegro não costumava olhar para trás.
Era uma regra simples. Tudo o que não tinha utilidade… era descartado. Sem hesitação. Sem arrependimento. Por isso, quando entrou no carro após a breve discussão na rua, sua intenção era apenas uma: seguir em frente. — Vamos — disse, seco, ao motorista. O carro arrancou. O assunto, para ele, estava encerrado. Um






