A sala permanecia em absoluto silêncio.
Carolina continuava de pé.
Os olhos arregalados.
O rosto completamente sem cor.
Ela apontava para Isabella com a mão trêmula.
— Não... isso não é possível...
Sua respiração ficou acelerada.
— Você... você estava...
Ela não conseguiu terminar a frase.
O juiz observava atentamente sua reação.
— Senhora Carolina, sente-se imediatamente.
Ela sequer parecia ouvi-lo.
Continuava encarando Isabella como se estivesse vendo um fantasma.
Foi seu advogad