Everton Narrando
Acordei com o som do despertador, mas antes mesmo dele tocar, alguma coisa dentro de mim já dizia que aquele dia ia ser diferente. Estiquei o braço pro lado e encontrei a Priscila toda encolhidinha, dormindo com uma mão sobre a barriga. Ela tinha esse costume agora… tipo um instinto de proteção que me deixava ainda mais apaixonado.
Beijei o ombro dela e fui levantar devagar, tentando não acordar. Mas não teve jeito.
— Amor… — ela chamou com a voz rouca de sono. — Fica mais um