Luísa narrando
O relógio já marcava meio-dia e vinte quando estacionei no prédio das Empresas Carter. A manhã tinha passado voando entre os cuidados com a TomTom, algumas mensagens pendentes no celular e o coração ainda apertado por tudo que a gente vinha tentando resolver. Eu precisava olhar nos olhos do Arthur. Precisava estar ali, perto, mesmo sem saber explicar por quê.
Subi direto. Conhecia aquele prédio como conheço minha própria casa. Quando passei pela porta do escritório, o barulho das