Ravi a encarou, seus olhos cheios de uma mistura de preocupação e determinação. Ele pegou suas mãos com delicadeza, fazendo-a sentar-se ao seu lado. Sua voz era suave, mas firme:
— Você realmente acha que sou tão covarde assim, linda?
— Não, Ravi, não é isso… — ela começou, mas ele a interrompeu gentilmente.
— Não? Porque foi exatamente isso que você deu a entender quando disse que sairia da minha proteção por medo de que Viktor pudesse me fazer algum mal.
— Eu sei que você não é covarde