ISADORA VILLANOVA
Passava um pouco das onze, quando três batidas suaves na porta chamaram minha atenção.
— Pode entrar — murmurei, tentando controlar o tremor na minha voz.
A porta se abriu devagar e Henrique passou por ela. Seu cabelo dele estava bagunçado, e um sorriso gentil, charmoso e repleto de segundas intenções, iluminava o seu rosto. Os olhos verdes dele brilhavam de paixão e expectativa. Era óbvio que ele achava que o meu convite noturno era para termos um momento romântico.
Senti