ISADORA VILLANOVA
Congelei no lugar. Vicente Lancaster estava ajoelhado aos meus pés. Que tipo de realidade maluca é essa?
Ao me pegar desprevenida, Vicente não perdeu tempo. Ele agarrou as minhas mãos com força e seus olhos escuros como ônix brilharam com lágrimas.
— Eu vou cuidar de você, Isadora — ele prometeu, com a voz embargada. — Eu tenho dinheiro. Eu vou gastar tudo o que for preciso para o seu caso. Nós vamos curar isso!
O meu coração vacilou por um instante. Olhar para ele assim, m