ISADORA VILLANOVA
O relógio marcava onze e cinquenta e oito da noite. O silêncio no casarão era interrompido apenas pelo som do vento batendo contra as janelas.
Mas, apesar de toda aquela calmaria do lado de fora, do lado de dentro do meu quarto, o meu estômago dava voltas e reviravoltas. Eu estava ansiosa. Uma ansiedade boa, quente e cheia de expectativa que eu não costumava sentir.
Eu estava usando apenas uma camisola de algodão leve e um robe por cima para espantar o frio. Exatamente à me