HENRIQUE VALADARES
Eu não sabia quem era o homem engravatado saindo daquele carro, mas sabia que Isadora não podia encontrá-lo.
— Isadora? — chamei, tocando no braço dela. Ela deu um sobressalto, piscando rápido como se acordasse de um pesadelo.
— Henrique...
— Tudo bem, respire fundo. Não vou fazer perguntas agora. Sugiro que você vá para o seu quarto e descanse um pouco. Deixe que eu lido com o nosso visitante.
Ela assentiu devagar, ainda tremendo muito. Virou as costas e caminhou apress