A mansão estava escura quando chegamos.
Apenas algumas luzes amareladas no corredor de entrada. O resto da casa dormia. Ou fingia dormir.
Maximus entrou na minha frente. Subiu as escadas sem olhar para trás.
— Boa noite, Natalie — ele disse, já no meio do caminho.
— Maximus.
Ele parou. Não se virou.
— Helena vai tentar destruir o contrato?
O silêncio se alongou.
— Ela vai tentar. Mas não vai conseguir.
— Como você sabe?
Ele se virou. Os olhos cinza brilhavam na penumbra.
— Porque quando eu deci